Celular com 8 GB de RAM: top 10 smartphones para comprar em 2026
Encontre o melhor celular com 8 GB de memória RAM para melhor desempenho com multitarefas jogos; lista reúne smartphones básicos, intermediários e avançados
Encontre o melhor celular com 8 GB de memória RAM para melhor desempenho com multitarefas jogos; lista reúne smartphones básicos, intermediários e avançados

Para escolher um celular com 8 GB de RAM em 2026, você precisa considerar o tipo de memória e a eficiência do aparelho em conjunto com o processador, a GPU e o armazenamento interno.
Além disso, fatores como a qualidade da tela, das câmeras e a capacidade da bateria também são relevantes na hora de investir em um novo aparelho.
A seguir, o Tecnoblog lista 10 celulares com 8 GB de RAM de marcas como Samsung, Apple, Motorola e Xiaomi. Veja os prós e contras de cada modelo.
O iPhone 17 traz 8 GB de RAM LPDDR5X, mesma quantidade de memória do iPhone 16 Pro, mas abaixo dos 12 GB dos iPhones 17 Pro e Air.
Com o chip A19 fabricado em litografia de 3 nm, o celular da Apple entrega alta eficiência na execução de apps pesados e no processamento de funções com inteligência artificial. Há opções com de 256 GB ou 512 GB de armazenamento.
O aparelho também traz tela Super Retina XDR com taxa de atualização de 120 Hz, para maior fluidez em animações. Porém, o iPhone 17 não traz uma lente teleobjetiva dedicada: o sensor principal de 48 MP utiliza recorte para oferecer zoom de 2x com qualidade óptica.
O Galaxy S25 FE vem com 8 GB de RAM LPDDR5X e três opções de armazenamento: 128 GB, 256 GB ou 512 GB. Com o RAM Plus, parte do armazenamento é usada como memória virtual, ampliando o total disponível para até 16 GB.
O aparelho é equipado com o Exynos 2400 de 4 nm. Trata-se de um chip menos eficiente do que os vistos em smartphones topo de linha, mas capaz de lidar com facilidade com tarefas do dia a dia, jogos e recursos de IA.
A tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas entrega taxa de atualização ajustável de até 120 Hz e suporte a HDR10+, para qualidade superior em filmes e séries.
Para quem gosta de fotografar ou gravar objetos distantes, o Galaxy S25 FE tem a vantagem de incluir uma câmera teleobjetiva dedicada de 8 MP com zoom óptico de 3x.
O Galaxy A57 vem com 8 GB de RAM LPDDR5X, enquanto o processamento fica com o Exynos 1680, formando uma plataforma intermediária para executar multitarefa. O celular da Samsung é vendido com 128 GB ou 256 GB de armazenamento, sem expansão via microSD.
O aparelho tem tela Super AMOLED+ de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz, além de bateria de 5.000 mAh. A taxa melhora a fluidez na navegação, e a bateria oferece autonomia para um dia comum longe das tomadas.
O A57 usa uma CPU inferior aos top de linha da Samsung e não tem câmera teleobjetiva dedicada. Na traseira, traz câmera principal, ultrawide e macro. No entanto, tem um novo processador de sinal de imagem que aprimora os registros noturnos.
O Poco X7 Pro vem com 8 GB de RAM LPDDR5X e 256 GB de armazenamento UFS 4.0 na versão de entrada. O modelo usa o processador Dimensity 8400-Ultra de 4 nm, com CPU de até 3,25 GHz, mais potente que a do Galaxy A57.
A combinação de LPDDR5X, UFS 4.0 e Dimensity 8400-Ultra favorece aplicativos que dependem de processamento, transferência de dados e desempenho gráfico, incluindo jogos pesados.
A tela AMOLED de 6,67 polegadas tem resolução de 1,5K e taxa de atualização de até 120 Hz para filmes, séries e jogos com alta fidelidade de imagens e animações com maior fluidez. Já a bateria tem capacidade de 6.000 mAh (Si-C) e suporta carregamento rápido de 90 W.
O Motorola Edge 70 Fusion de 8 GB de RAM física está disponível em versões com 128 GB ou 256 GB de armazenamento. Já o processamento fica a cargo do Snapdragon 7s Gen 3 de 4 nm — um chip intermediário premium inferior ao Exynos 1680 em desempenho bruto, mas que entrega boa eficiência energética e estabilidade térmica nas tarefas cotidianas e em jogos populares.
A tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de atualização de até 144 Hz. Apesar das especificações, na prática, é difícil atingir picos de atualização chegando a 144 Hz, o que resulta em pouca ou nenhuma diferença perceptível em fluidez gráfico se comparado a modelos com tela de 120 Hz.
Na comparação com o Galaxy A57, o Edge 70 Fusion tem vantagem na bateria de 5.200 mAh com tecnologia de silício-carbono e carregamento mais rápido (68 W).
O Redmi Note 15 5G vem com 8 GB de RAM LPDDR4X e até 512 GB de armazenamento UFS 2.2, além de suporte a cartão microSD de até 1 TB.
O desempenho fica por conta do chip Snapdragon 6 Gen 3 de 4 nm, com CPU de até 2,4 GHz e GPU Adreno, que promete boa performance e eficiência energética para tarefas do dia a dia, incluindo navegação web, uso de redes sociais e execução de jogos, desde que não seja necessário rodar gráficos no máximo.
O smartphone traz uma tela AMOLED com bordas curvas para maior imersão no conteúdo. O painel tem 6,67″ e resolução Full HD+ com taxa de atualização de 120 Hz e entrega imagens com cores vivas e bons contrastes.
A bateria de 5.520 mAh, com tecnologia silício-carbono, suporta carregamento rápido de 45 W.
O Moto G Max possui 8 GB de RAM física e 256 GB de armazenamento interno. O processamento é realizado pelo MediaTek Dimensity 6400, chip intermediário com foco em economia de energia e não em desempenho bruto.
O aparelho possui tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução de 1,5K, taxa de atualização de até 120 Hz e brilho máximo na faixa dos 5.000 nits, para boa visualização sob a luz do sol.
Sua bateria tem capacidade de 5.200 mAh, mas de íon de lítio (Li-Po). Embora venha acompanhado de carregador TurboPower de 33 W, a velocidade máxima de carregamento do aparelho é de 30 W. O conjunto fotográfico inclui câmera principal de 200 MP com OIS, e uma ultrawide de 8 MP.
O Galaxy A36 de 8 GB de RAM acompanha 256 GB de armazenamento. O processamento fica por conta do Snapdragon 6 Gen 3, e a Samsung usa uma câmara de vapor 15% maior que em modelos anteriores para melhorar o controle térmico.
A tela FullHD+ Super AMOLED de 6,7 polegadas tem taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits, ficando abaixo do Moto G Max. Com Snapdragon 6 Gen 3, 120 Hz e sistema de refrigeração, o desempenho favorece apps, multitarefa e até jogos na categoria intermediária.
A bateria tem 5.000 mAh, não é de silício-carbono, mas suporta carregamento de 45 W. O A36 traz um conjunto de câmeras versátil: grande-angular (50 MP), ultrawide (8 MP) e macro (5 MP), e os resultados são satisfatórios para registros cotidianos.
O Moto G86 traz 8 GB de RAM física e armazenamento de até 512 GB. O processamento fica por conta do MediaTek Dimensity 7300 de 4 nm, um chip intermediário com boa performance para multitarefa e jogos de qualidade gráfica média/alta.
O smartphone tem bateria de 5.200 mAh com suporte a carregamento rápido de 30 W, o que é razoável para a categoria. Além disso, o celular traz tela pOLED de 6,67 polegadas com taxa de atualização de até 120 Hz e brilho máximo de 4.500 nits para boa visualização em ambientes mais claros.
Um ponto negativo importante é a política de atualizações limitada da Motorola para esse modelo — apenas até o Android 17.
O Galaxy A17 5G é um celular de entrada vendido no Brasil com 256 GB de armazenamento, além dos 8 GB de RAM. O aparelho utiliza o processador Exynos 1330 de 5 nm, que busca entregar fluidez em tarefas diárias, mas sem tanto desempenho gráfico.
O celular da Samsung ainda oferece painel de 6,7 polegadas com tecnologia Super AMOLED, mas com taxa de atualização de 90 Hz, inferior a outros modelos mencionados neste guia. A bateria tem 5.000 mAh e suporta carregamento de 25 W.
O Galaxy A17 tem resistência contra água e poeira limitada (IP54). No entanto, mantém expansão por microSD de até 2 TB, permitindo ampliar o armazenamento para guardar fotos, vídeos e outros arquivos.
O melhor celular com 8 GB de RAM depende das suas necessidades e do orçamento disponível. Por isso, você também precisa se atentar ao tipo de memória, ao processador utilizado, além de outras especificações técnicas. Considere o seguinte:
O Galaxy A57 é o celular com melhor custo-benefício entre as opções com 8 GB de RAM. Ele combina memória LPDDR5X, processador intermediário, tela Super AMOLED+ de 120 Hz e bateria de 5.000 mAh, além de anos de atualização de software por parte da Samsung, por menos de R$ 2 mil.
O Galaxy A17 5G é o melhor celular barato com 8 GB de RAM. O modelo oferece preço abaixo de R$ 1 mil, armazenamento de até 256 GB expansível em até 2 TB via microSD, tela Super AMOLED de 90 Hz e bateria de 5.000 mAh, sendo uma configuração adequada para uso diário em redes sociais e plataformas de vídeo.
Um celular com 8 GB de RAM é suficiente para oferecer uma boa experiência na maioria dos modelos intermediários. Já aparelhos com 4 ou 6 GB podem atender bem a usuários com necessidades mais básicas, enquanto 12 GB oferecem maior margem para multitarefa e aplicativos pesados.
A quantidade de RAM, porém, deve ser analisada junto ao processador, armazenamento e otimização do sistema, e não de forma isolada.
A diferença entre 8 GB e 12 GB de RAM está na quantidade de dados que o aparelho consegue manter simultaneamente.
Celulares com 12 GB oferecem mais margem para multitarefa e para apps que consomem muita memória. Para uso cotidiano, jogos e aplicativos comuns, 8 GB costuma ser suficiente para a maioria dos usuários.
Isso não significa que um celular de 12 GB seja mais rápido que um de 8 GB. Com processadores e sistemas semelhantes, a diferença tende a aparecer principalmente em apps mais pesados.
A memória RAM LPDDR5X está entre as tecnologias mais avançadas, oferecendo taxas de dados maiores e consumindo menos energia que a geração anterior. Ainda assim, o apenas tipo de RAM não determina sozinho o desempenho, sendo necessário analisar o conjunto com processador, GPU e armazenamento.
A RAM física é a memória instalada no aparelho e utilizada diretamente pelo processador para manter aplicativos e dados ativos.
A RAM virtual utiliza parte do armazenamento interno como uma extensão da memória. Como o armazenamento é mais lento que a RAM, a memória virtual não oferece o mesmo desempenho da RAM física.
Por isso, 8 GB de RAM + 8 GB de RAM virtual não equivalem a 16 GB de RAM física. Recursos como RAM Plus e RAM Boost devem ser vistos como complementos para o gerenciamento de memória, e não como substitutos de uma maior quantidade de RAM física.
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